Vim de outras "bandas" e com oito
anos conheci Pedra Azul e me apaixonei. Continuei vindo sempre com papai
visitar nossos parentes. Como era gostoso sair do Rio para vir visitá-los...
Esses meus parentes portugueses também ajudaram a escrever a história do lugar e
a minha. É com carinho e saudades que lembro de Dr. Júlio, tio Oliveira e do
meu querido
tio Delfim. Mas em 5 de outubro de 1975 conheci um Uliana e em
1979 ele me trouxe de vez para o Espírito Santo. Meus filhos são capixabas.
Foi uma mistura de italiano
com portuguesa que deu muito certo.
A história de Pedra Azul não tem
registro, senão na mente do seu povo. Muito pouco foi escrito sobre a região.
A idade vai levando as pessoas e com elas a memória.
O tempo urge e precisamos
documentar sua história, sua gente, seus casos e tradições. O espaço está
aberto para contribuições.